:: Duas primas imaginam melhor do que uma ::

Ana e Lívia. Primas. Devaneiam. Divagam. Imaginam. Sonham. Agora juntas nessa empreitada.

quarta-feira, março 28, 2007

Love's in the air...

É como ter um amigo e só depois de um tempo se descobrir apaixonada pelo tal. É a mesma coisa. Ou seria, se fosse constituída de carne e osso ao invés de letra e ritmo. Eu tenho uma facilidade gigantesca de me apaixonar por músicas/bandas, e só mesmo eu sei o quanto isso me faz bem.
*
Os Smiths não entraram na minha vida agora. Escuto há cerca de um ano, e desde sempre achei o Morrissey uma graça. O clima oitentista me agrada, bastante. Mas só agora, na última semana, resolvi dar uma atençãozinha especial ao conteúdo. Letras encantadoramente tristes e lindas. O resultado disso: presença constante na comunidade "Discografias". Tô viciada, não consigo parar. Confesso que minha consciência pesa um pouco por estar deixando Humberto Gessinger e trupe a margem nesses dias. Não tem problema não: o maridão vai ter sempre o espaço oficial guardado. Estou vivendo uma aventura (musical!) - que espero que de passageira não tenha nada.
*
Uma em especial me tocou, já falei dela ontem. Escutem, é linda. Se você entende inglês, é provável que leve bem menos de um ano para se apaixonar também.
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Desculpem, eu precisava exteriorizar o que tenho sentido.
*

Lívia***Ao Som de The Smiths - Heaven Knows I'm Miserable Now***

segunda-feira, março 26, 2007

Deus no céu e Morrissey na inglaTERRA

Às vezes dá vontade de que a vida seja uma merda para poder dizer, com a veemência de um excluído pela sociedade, de que esta é a trilha sonora da minha vil existência.

The Smiths - There is a light that never goes out

Take me out tonight
Where theres music and theres people
And theyre young and alive
Driving in your car
I never never want to go home
Because I havent got one
Anymore

Take me out tonight
Because I want to see people and i
Want to see life
Driving in your car
Oh, please dont drop me home
Because its not my home, its their
Home, and Im welcome no more

And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Is such a heavenly way to die
And if a ten-ton truckKills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure - the privilege is mine

Take me out tonight
Take me anywhere,
I dont care I dont care, I dont care
And in the darkened underpass
I thought oh god, my chance has come at last(but then a strange fear gripped me and i
Just couldnt ask)

Take me out tonight
Oh, take me anywhere,
I dont careI dont care, I dont care
Driving in your car
I never never want to go home
Because I havent got one, da ...Oh, I havent got one

And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Is such a heavenly way to die
And if a ten-ton truck
Kills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure - the privilege is mine
Oh, there is a light and it never goes out
There is a light and it never goes out
There is a light and it never goes out
There is a light and it never goes out

E o repeat trabalha loucamente.

Lívia*

P.S.: Não estou deprê.

terça-feira, janeiro 16, 2007

Antes..

Na real, este post deveria ser antes do anterior. Mas, enfim, de vez em quando eu posso deixar de ser metódica.
Então, só queria deixar aqui, pra quem quiser ler um dia, ou alguém de algum universo paralelo, enfim, qualquer pessoa, existente ou não, só queria deixar um feliz aniversário para minha prima Lívia, que, na verdade, não divide mais este espaço comigo, já que nem ela, nem eu, temos nos dignado a escrever qualquer coisa neste canto. Mas isso não quer dizer muito em termos de sentimentos primescos, porque, é claro, a gente continua sendo prima e se gostando um monte. Pelo menos que eu saiba.
O Niver dela foi dia 14, domingo. Eu nem fui desejar feliz aniversário pessoalmente, mas eu não mandei ela comemorar todos os aniversários na praia, quando eu tenho que ficar aqui no meu já citado calor equatorial. De qualquer forma, mando beijos e abraços virtuais. E pedidos incontáveis de que ela nos visite mais por aqui. Só Natal não dá né.
Beijão, prima!!! Feliz 20 anos!! (denunciando tua idade. hehehe)

Ana.

E eu com isso.

Ai que vontade de vomitar. A verdade é essa mesma. Eu só tenho vontade de escrever quando fico com vontade de vomitar. Ai, sei lá. Às vezes eu tenho raiva de tudo. Ou não consigo aguentar alguma coisa que estou sentindo. Daí falo isso, de querer vomitar. Tipo como se eu pudesse tirar todas aquelas coisas pelo menos só por um tempinho do meu estômago, pra ter uns segundinhos pra respirar. Parece que faz tempo que eu não respiro. Parece que eu vivo o tempo inteiro naqueles dias quentes pra cacete, com um tempo seco de dar dó e que quando chove parece que piora. A água evapora e não se sabe mais o que é vapor d'água, fumaça ou vento (?). É, eu me sinto assim. Como se Porto Alegre estivesse na Linha do Equador e nunca tivesse inverno, ou primavera, ou outono. Aquela coisa total sem perspectiva de melhora. O efeito estufa não vai diminuir. E as coisas não vão ficar menos piores.

quinta-feira, setembro 14, 2006

Histórias

Pois é, gente. Nós voltamos. Podem acreditar. Ou não. Você que sabe. Pela história recente, eu não acreditaria também. Então, enfim. Você decide. A verdade é que, pra mim, em 9 meses, nem tanta coisa mudou. Também, comparados aos da minha prima Lívia aqui de baixo, não tem como eu ter tido uns 9 meses muito revolucionários. Hehehe. Eu tive lá minhas mudanças. Mudei de estágio. Andei mais uns semestresinhos na minha faculdade. E me grudei absurdamente mais ainda no meu namorado. Isso é praticamente só o que eu tenho feito ultimamente. :p
Mas, enfim, não to muito por retrospectivas agora. Tô pelo senso comum de falar dos acontecimentos do dia anterior. Bah, fazia um baita tempo que eu não ia ao teatro. A última vez eu ainda estava em Roraima e era uma peça infantil em que uma amiga minha era atriz. Mas isso era muito diferente do que eu fui ver ontem. Uma amiga minha me convidou, e eu arrastei o Rapha (sim, é o meu namorado) junto. Eu não fui muito crente de que iria ser bom. Sei lá. Teatro. A princípio, sou mais da era do cinema. Mas então, acabei me surpreendendo de verdade. A peça era muito afu. O porém: a peça é argentina. Portanto, toda em espanhol. Com o meu um semestre de estudos super não-profundos na língua, não deu pra aproveitar completamente. Ah, mas isso é irrelevante. A história é sobre uma família problemática. Acho que é mais sobre uma mãe muito maníaca, que não tem nem um pouco de noção da realidade, e que influencia cada pessoa da família de uma forma. Daí, todo mundo cresce meio problemático. Não conseguem se relacionar e não se gostam. Mas, apesar da história acabar tragicamente, é super engraçada. Acho que ultimamente eu ando com um apelo incontestável por histórias de famílias. Especialmente as disfuncionais. Don't even ask me why.
Enfim, gente que não existe. Por ora, cansei. Faz muito tempo que não escrevo aqui. Ainda tenho que me reacostumar a escrever textos que não dizem nada. Mas daqui a pouco eu consigo de novo.
Prima: Ana.

quarta-feira, agosto 30, 2006

Depois de nove meses você vê o resultado...

Então, já que estamos acordadas, vamos lá!

Sábado, Novembro 26, 2005. Data da última postagem assinada por essa que vos escreve. Faltavam alguns minutos para o último jogo da Série B, que definiria, em jogo contra o Náutico, se o Grêmio voltaria ou não à elite do futebol brasileiro em 2006. Estamos no dia 30 de agosto de 2006, 9 meses e 4 dias depois. E o imortal tricolor de Porto Alegre encontra-se em 3° lugar na tabela da série A do Brasileirão. Logo, o meu drama TEVE um final feliz! E de forma GLORIOSA! Para quem quiser reviver as emoções daquele dia, sugiro o DVD "Inacreditável", lançado há algumas semanas. Gremistas, vale a pena! E COMO vale a pena torcer pra Esse time...

Nove meses passaram. Em novembro de 2005 faltava um mês para o temido vestibular da UFSC. Sim, eu estava com medo! Agora, em agosto de 2006, encontro-me em minha casinha, em Joinville, curtindo as férias após a conclusão do primeiro semestre de jornalismo cursado na Universidade Federal de Santa Catarina. :)

Duas semanas antes da minha última postagem eu havia começado a namorar. Lembram? Estamos muito bem, obrigada! Caminhando para os dez meses de relacionamento. Te amo, Maiko!

Ah sim, para finalizar, o Engenheiros do Hawaii continua morando aqui -> (L). A propósito, há rumores de lançamento de um novo CD em breve. Torçam!

É, minha vida tá boa. As coisas estão todas nos seus devidos lugares, tudo o que eu desejava naqueles fins de 2005 aconteceu. Já nos aproximamos do fim de 2006, então vou voltar a postar aqui. Afinal, ano passado deu sorte né? Hehe, brincadeira... A verdade é que bateu saudades. E uma aspirante a jornalista precisa escrever em algum lugar. Vamos tirar a poeira desse blog!

Lívia*

YES!

EU TOPO!

Ass: Ana.

terça-feira, agosto 29, 2006

O Retorno (?)

Se surgir algum tipo de manifestação, volto a postar aqui.

Ana, você me acompanha nessa?

Lívia * Com saudades de blogar!

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Sobre essa vida tropeira

Na verdade, eu acho que agora é que esse blog ressuscita. Não agora, agora. Mas daqui a pouquinho. Tipo lá por março. Quiçá, final de fevereiro. Mas porque?, se perguntam os gauleses. Pois, nem todos tem a visão ampla que eu possuo, portanto eu explico. O fato é que esse amado (e jogado às moscas) blog nasceu da distância. Da distância de duas primas que resolveram devanear sobre o retorno à uma certa querência amada. E eis que a distância se foi, e o blog, pelo jeito, também. Mas agora, para minha infelicidade, e do restante do trio do barulho que virou quarteto, novamente teremos uma situação de distância entre primas. Sim, sim, é lastimável. Mas para nosso fiel público leitor (?), certamente se instaura um sentimento de esperança por nossa volta à ativa. Pois esperem mais um pouquinho, fiquem de férias dos devaneios, e retornem lá pelo início do ano letivo das universidades federais. Lá por essa data a gente conversa. Ou antes. Tô precisando de uma terapia.

Devaneante: Ana.