Sobre essa vida tropeira
Na verdade, eu acho que agora é que esse blog ressuscita. Não agora, agora. Mas daqui a pouquinho. Tipo lá por março. Quiçá, final de fevereiro. Mas porque?, se perguntam os gauleses. Pois, nem todos tem a visão ampla que eu possuo, portanto eu explico. O fato é que esse amado (e jogado às moscas) blog nasceu da distância. Da distância de duas primas que resolveram devanear sobre o retorno à uma certa querência amada. E eis que a distância se foi, e o blog, pelo jeito, também. Mas agora, para minha infelicidade, e do restante do trio do barulho que virou quarteto, novamente teremos uma situação de distância entre primas. Sim, sim, é lastimável. Mas para nosso fiel público leitor (?), certamente se instaura um sentimento de esperança por nossa volta à ativa. Pois esperem mais um pouquinho, fiquem de férias dos devaneios, e retornem lá pelo início do ano letivo das universidades federais. Lá por essa data a gente conversa. Ou antes. Tô precisando de uma terapia.
Devaneante: Ana.
Devaneante: Ana.

