:: Duas primas imaginam melhor do que uma ::

Ana e Lívia. Primas. Devaneiam. Divagam. Imaginam. Sonham. Agora juntas nessa empreitada.

quarta-feira, junho 22, 2005

Era Perfeita Simetria...

O longo período de abstinência de postagens minhas no blog deve-se às difíceis crises existencias que tenho enfrentado... (pausa)... Não, nada a ver, hahaha... Tenho tido alguns problemas sim, mas nada tão profundo. E esse também não é o motivo da minha ausência por aqui. Na realidade a causa é outra, mas prefiro não citar. Só digo que nos posts daqui pra frente terei que calcular bem tudo que escrevo. É, eis os contras de blogs serem públicos. Qualquer um pode ler. QUALQUER UM.

Eu já falei que passei no teste de volante? Isso não é nenhuma novidade, afinal a prova foi há quase 2 semanas atrás, mas enfim, é um assunto. Pois é, passei. De primeira. Mas não com 100% de aproveitamento, pois o carro morreu uma vez. Ah sim, e na hora de sair, se o fiscal não tivesse me lembrado eu não teria puxado o freio de mão. ¬¬ Por essas passei com nota 8. Pelo menos é acima da média, ou seja, agora é só aguardar a carta, que leva 30 dias úteis pra chegar. Que lerdeza, cara. 30 dias. ÚTEIS! Isso significa, sei lah, um mês e meio... Quem lê isso deve achar que eu moro onde Judas perdeu as botas. Não, eu moro em Joinville, que é só a maior cidade de Santa Catarina... Por pouco tempo, diga-se de passagem... Preparando-me para a mudança! Mas isso ainda não tá totalmente definido, portanto o assunto será abordado em algum post futuro... :)

Ontem um amigo meu mandou um pi-mail pro Pijama Show que foi lido no ar! Yeah! E ele mandou um beijo pra mim! Yeah ao quadrado! E ele pediu "Perfeita Simetria" e o Mr. Pi tocou! Yeah ao cubo!!! A música mais fofinha do EngHaw... ;) Então, em homenagem a madrugada de ontem pra hoje, vou encerrar com a letra dela:

Toda vez que toca o telefone
Eu penso que é você
Toda noite de insônia
Eu penso em te escrever
Pra dizer
Que o teu silêncio me agride
E não me agrada ser
Um calendário do ano passado
Prá dizer que teu crime me cansa
E não compensa entrar na dança
Depois que a música parou
A música parou (Parou!)

Toda vez que toca o telefone
Eu penso que é você
Toda noite de insônia
Eu penso em te escrever
Escrever uma carta definitiva
Que não dê alternativa
Prá quem lê
Te chamar de carta fora do baralho
Descartar, embaralhar você
E fazer você voltar

Ao tempo em que nada
Nos dividia
Havia motivo pra tudo
E tudo era motivo pra mais
Era perfeita simetria
Éramos duas metades iguais
Ao tempo em que nada
Nos dividia
Havia motivo pra tudo
E tudo era motivo pra mais
Era perfeita simetria
Éramos duas metades iguais

O teu maior defeito
Talvez seja a perfeição
Tuas virtudes
Talvez não tenham solução
Então pegue o telefone
Ou um avião
Deixe de lado
Os compromissos marcados
Perdoa o que puder ser perdoado
Esquece o que não tiver perdão
E vamos voltar aquele lugar
vamos voltar

[refrão]

Vamos voltar
Vamos voltar
Vamos voltar
Vamos voltar

Ao tempo em que nada
Nos dividia
Havia motivo pra tudo
E tudo era motivo pra mais
Era perfeita simetria
Éramos duas metades iguais

Sem maiores comentários... Música + que perfeita...

Lívia *

sábado, junho 18, 2005

Sim, eu praticamente esqueci que esse blog existe. Nossa, que falta de consideração... Mas, fazer o que. Minha vida tá tão cheia que já perdeu o compasso. Na verdade, ela é que já tava fora do compasso... e agora ainda tá assoberbada de milhões de coisas pra se fazer. Fim-de-semana? Nem sei mais o que é isso. Não tive o passado, não estou tendo esse e o próximo tb, nem pensar. Sem previsões de descanso. E, sabe, eu não tô nem me importando com isso... Nas preocupações da minha vida, não ter tempo pra descansar tá fora. De fato, tá até nas considerações positivas. Poutz, como é bom se enhcer de coisas pra fazer. Se sentir motivado é tudo. Pena que não dura. Nunca ouvi falar de ninguém constantemente motivado. O jeito é essas crises motivacionais intercaladas de tempos em tempos... Aquele gás inicial de uma, duas semanas... Aquela coisa boa de uma mudancinha na vidinha de sempre. Eu tô vibrando com a gincana que vai ter pelo aniversário do CEFET em que eu estudo. Formei a equipe do meu curso e tô lá, de líder. Perfeito, era isso mesmo que eu queria: sobrecarga. Nessa mesma semana, coloquem aí na minha agenda: trabalho 'normal', oito horinhas por dia (considere 5 projetos sendo levados ao mesmo tempo e a necessidade de tabulação urgente de 4.961 pesquisas), aula 'normal' (todas as noites, até as 10:30), organização de um bilhão de coisas pra essa gincana (patrocínios, uniforme, arrecadação de alimentos, roupas - aliás, se vc tiver algo sobrando aí pela tua casa... tô recebendo...), urgência na convocação de assembléia geral e votação/reativação da empretur (nem pergunta, tá?), formulação de questionário para aplicação de pesquisa no outro arraial daqui, aplicação desses questionários no arraial (todas as noites, do dia 23 a 29), decisão sobre a constituição do centro acadêmico, aiai, até fica chato falar. E eu aqui gastando meu tempo escrevendo em blog. Fala sério. Amanhã de manhã tenho que acordar hiper cedo: mais uma pesquisa, dessa vez um projeto da faculdade. Vixi, que papo mais chato, porra! Eu ia era falar de outros papos chatos. Como o da minha vida confusa, da minha cabeça que não quer se acertar com o meu coração, da minha dúvida eterna do que eu deveria fazer agora e sempre - do meu ódio pela necessidade das decisões difíceis. O mundo é muito louco. E muito igual, no final de contas. Eu sempre quis ser Julieta. Agora eu ando dando uma de Shinyashiki. Não importa a minha escolha, eu vou ter que incorporar um dos dois. É certo que Shakespeare foi foda demais. Nem se compara. Mas eu tô no século XXI. E o Shinyashiki também. Eu ando é com ódio de mim mesma. Por estar passando pela maior angústia da minha vida e cada dia só saber mudar de opinião. Por ter um certo prazo e nitidamente estar esperando o último dia pra pensar no assunto. Por querer mudar o mundo, fazer história e viver o grande amor. Por ser cagona demais pra fazer as coisas pelo sentimento. E por ser calculista e egoísta o suficiente pra esconder os meus sentimentos de mim mesma, pelo tempo que for necessário. E cadê o #$%*&! do gênio da lâmpada pra me dizer alguma coisa, hein, hein, hein? Por isso que Aladin não é meu filme preferido!!!
Lost in translation rules!!!


Ana Carol

segunda-feira, junho 13, 2005

Precisando de uma cozinheira? NÃO chame a Lívia...

Tô fazendo quindim. Quindão, na verdade. Ou tentando, pelo menos. Tudo começou em uma conversa com minha mãe sei lá por que motivo sobre a Iemanjá. Sei que chegamos na parte das oferendas, em que os 'fiéis' (dá pra chamar assim, né?) oferecem esses deliciosos docinhos que a moça não vai comer mesmo, então sempre têm uns espertos para ir catá-los na beira da praia. E nesse ponto, fiquei com desejo de ingerir o doce. Chegamos em casa e minha querida mãe me entregou uma daquelas caixinhas de quindim que é só misturar, tal e tal, tá pronto. Eu não tava afim de fazer, tava afim era de comer, mas ok, meio a contra-gosto fui. Que estresse. Na hora de colocar o pirex com a mistura dentro da forma em banho-maria derrubei TODA a água, que não era pouca. Encharquei o piso da cozinha. Essas coisas só acontecem comigo, né? Fala sérioo... Vamos lá, novamente... Aqueci a água e na hora de colocar a misturinha dentro da forma chamei a mamis pra fazer isso. Sim, eu estava com medo de derrubar novamente, e, pior ainda, com o pirex junto. Aí a merda estaria totalmente feita. Well, agora estou aguardando o tempo de ficar dentro do forno. Já foram 32 minutos, faltam 28. A última vez que fui olhar como estava o andamento das coisas notei que o quindim não se deu nem ao trabalho de crescer um pouquinho, tá uma camada MUITO fina. Enfim, vamos ver se aquilo fica comível...

A cada dia que passa me convenço mais que a comunidade orkutiana "Não Sei Cozinhar" foi feita especialmente pra mim. É, o jeito vai ser casar com um homem bem rico que me pague uma empregada... Não tô afim de morrer de fome.

Lívia*

sábado, junho 11, 2005

vale, não vale, vale

Se ontem eu sonhei contigo, não sei bem certo se tenha sido porque te amava. Eu não sei o que dizer de mim mesma, nem o que fazer para me comunicar. Eu começo uma frase e paro no meio. Eu penso que não vale a pena completar. Eu começo no senso comum e se for acabar do mesmo jeito, então pra que dizer? Se tudo já foi dito, escrito, refletido, então pra que repetir? Ah, sei lá. Tudo acaba assim: sei lá. Sei lá se eu sei o que estou dizendo. Sei lá se tu tá entendendo. Sei lá no que tu tá pensando. Sei lá se tu gosta ou se importa comigo. Sei lá se eu realmente me importo com tudo isso. Não vale a pena acabar aquela frase. Não vale a pena dizer o que já foi dito. Não vale a pena, não vale a pena. Ou vale?

quarta-feira, junho 08, 2005

Sem chance

Duplo sentimento... Sim, eu tenho medo. Medo de sentir a confusão se instalar devagarinho, dando seus sinais ao acaso, pintando de calamidades os meus dias tranquilos e rotineiros, instaurando na minha vida um desejo selvagem de querer tudo ao mesmo tempo e nunca, entretanto, saber escolher. Eu sinto tanto quando não sinto o que eu quero - e sinto mais ainda, quando sinto o que quero e o que não quero. Eu quero gostar de mim mesma, todos os dias,e não me apaixonar diariamente pelos outros. Porque eu me permito olhar para o lado quando tudo já está tão completo, tão decidido, tão perfeito? Porque eu não me contento em curtir a felicidade que me cabe e tento sempre, sempre, sempre, cair no poço um pouco de novo? Pra sentir a sensação de subir novamente? Sei lá, sabe? Eu simplesmente detesto não controlar minhas emoções. Porque eu sei que elas me dominam. Não tenho chance. Estou perdida...

Prima: Ana.

PS: não tô com ânimo de postar coisas com sentido...

terça-feira, junho 07, 2005

'Momento fossa' - Por Lívia

Eu detesto entrar no orkut e ver que meu número de scraps e fãs é o mesmo do último login e que ninguém tentou me adicionar. Eu sei que é uma bobagem me importar com isso, mas vai dizer que você nunca sofreu uma crise do "ninguém-me-ama-ninguém-me-quer"? Não minta! Eu não sou a única problemática por aqui, tenho certeza. Enfim, estou enfrentando uma dessas, talvez por carência, talvez por insegurança, talvez por ansiedade, talvez por tudo isso junto ou talvez por nada disso também. Nunca fui boa para distinguir sentimentos, tampouco acho isso necessário. Ééé, a Lívia também tem suas fossas, embora eu odeie me sentir pra baixo... Mas como já diria a matriarca Ana Terra, "não há de ser nada"...

Deu pra entender o que eu quis passar? Desculpe se não fui clara, não sou muito boa em exteriorizar o que eu sinto...

"...quero explodir as grades
e voar
não tenho pra onde ir
mas não quero ficar..."

Lívia ***Ao Som de Novos Horizontes - Engenheiros do Hawaii***

segunda-feira, junho 06, 2005

Um conto de nada

Calma, o poste não se move, a rua não corre, vc não muda, assim, de uma hora pra outra. Calma, calma. Ninguém perde uma aposta assim tão fácil, assim tão rápido. E quando perde, tem certeza de que não foi melhor assim? Calma, pra sempre, vê se te acalma. Eu sei que dói, e tudo parece tão incontrolavelmente insuportável. E vc quer ao mesmo tempo chorar, ao mesmo tempo sumir; parar; correr. Subir? Sim, para cima, por favor. Eu não quero voltar ao estágio anterior. Não quero de novo pisar e descobrir um passo em falso, crer na salvação e descobrir pelo caminho as novas trilhas.
Tu disse que a minha pele era estranha: parecia viva, mas, de tão fria, não era possível acreditar. Eu chorei um pouco aquela noite, meio sem entender porque a beleza tinha que sempre partir da vivacidade da matéria. Ainda hoje eu me pergunto porque eu chorei e porque a minha pele é assim tão estranha: fria e viva, quase um pecado.Ontem eu estava na frente da Igreja, enquanto a missa acontecia lá dentro. Fiquei com inveja do sentimento de união que espevitava durante a cerimônia. Na comunhão, a purificação. A paz de Cristo: conciliação entre irmãos. Tchau e benção, diz o padre. Famílias, cristãos e criminosos, indistintos, agora vão saindo, passando por mim, com caras sérias e mudas. Qual união perdida. Todos agora separados. E a minha mão: fria.

sábado, junho 04, 2005

Só Engenheiros salva.

Ana, cadê você? Você ainda lembra que tem um blog em sociedade com sua linda prima Lívia? Vamos esperar a resposta dela. Espero que não tenha sido abduzida.

Eu estou com cólicas. Muitas cólicas. Nada mais faz efeito pra mim. E isso me deixa de mau-humor. Por que será? A única coisa que salva é um novo blog do Engenheiros que eu descobri. Quer dizer, descobri não, a dona dele me passou o endereço, hehehe... Vale muito a pena dar uma olhada (se você gostar do Engenheiros do Hawaii): http://www.enghawateofim.blogger.com.br ! Aliás, esses caras sempre têm me salvado ultimamente com alguma música, algum trecho que me faz enxergar por outro ângulo determinada situação, que me consola de alguma maneira. E para a atual, serve algo bem simples: "Que a noite traga alívio imediato"... Espero dormir mto bem esta noite, longe dessas incômodas dores...

Lívia * A cada dia mais convencida de que nunca existirá uma banda como essa...