Histórias
Pois é, gente. Nós voltamos. Podem acreditar. Ou não. Você que sabe. Pela história recente, eu não acreditaria também. Então, enfim. Você decide. A verdade é que, pra mim, em 9 meses, nem tanta coisa mudou. Também, comparados aos da minha prima Lívia aqui de baixo, não tem como eu ter tido uns 9 meses muito revolucionários. Hehehe. Eu tive lá minhas mudanças. Mudei de estágio. Andei mais uns semestresinhos na minha faculdade. E me grudei absurdamente mais ainda no meu namorado. Isso é praticamente só o que eu tenho feito ultimamente. :p
Mas, enfim, não to muito por retrospectivas agora. Tô pelo senso comum de falar dos acontecimentos do dia anterior. Bah, fazia um baita tempo que eu não ia ao teatro. A última vez eu ainda estava em Roraima e era uma peça infantil em que uma amiga minha era atriz. Mas isso era muito diferente do que eu fui ver ontem. Uma amiga minha me convidou, e eu arrastei o Rapha (sim, é o meu namorado) junto. Eu não fui muito crente de que iria ser bom. Sei lá. Teatro. A princípio, sou mais da era do cinema. Mas então, acabei me surpreendendo de verdade. A peça era muito afu. O porém: a peça é argentina. Portanto, toda em espanhol. Com o meu um semestre de estudos super não-profundos na língua, não deu pra aproveitar completamente. Ah, mas isso é irrelevante. A história é sobre uma família problemática. Acho que é mais sobre uma mãe muito maníaca, que não tem nem um pouco de noção da realidade, e que influencia cada pessoa da família de uma forma. Daí, todo mundo cresce meio problemático. Não conseguem se relacionar e não se gostam. Mas, apesar da história acabar tragicamente, é super engraçada. Acho que ultimamente eu ando com um apelo incontestável por histórias de famílias. Especialmente as disfuncionais. Don't even ask me why.
Enfim, gente que não existe. Por ora, cansei. Faz muito tempo que não escrevo aqui. Ainda tenho que me reacostumar a escrever textos que não dizem nada. Mas daqui a pouco eu consigo de novo.
Prima: Ana.

