:: Duas primas imaginam melhor do que uma ::

Ana e Lívia. Primas. Devaneiam. Divagam. Imaginam. Sonham. Agora juntas nessa empreitada.

segunda-feira, maio 30, 2005

Viajar é Legal.

Eu NÃO acredito que eu perdi o Fanático MTV Engenheiros do Hawaii!!!! Que tipo de fã sou eu? Não, não, eu não perdoaria se amanhã as 10h da manhã não tivesse reprise. Vou ter que acordar cedo, fazer o que... Quem mandou dormir no ponto?

Eu já falei que fui pra Foz do Iguaçu nessa feriadão? Sim, eu fui. Visitei as cataratas, Itaipu, o Parágua e ainda comi na Pizza Hut pela primeira vez na vida. E o café da manhã do hotel era bom. Me lembrou muito o tempo que eu viajei pra Flórida (lembra primaaa?), po, o café do hotel de Orlando era o que há! Tinha aquelas caixinhas de leite de americano em miniatura, Sucrilhos em miniatura, e várias outras coisas em miniatura e em tamanho normal... O de Miami também era bom, mas não consigo lembrar tão bem quanto o de Orlando... Eu quero viajar de novo. Pra qualquer lugar. Alguém me leva?

"O Céu é só uma Promessa
Eu tenho Pressa
Vamos nessa Direção"

Lívia ***Ao Som de A Promessa - Engenheiros do Hawaii***

sexta-feira, maio 27, 2005

O que eu quero de natal

Grampear bandeirinha pra festa junina é coisa de criança. Ou de funcionário da prefeitura de Boa Vista - meu caso. Meus dedos doem. Tendinite à espreita. Vida sem graça. Tristeza geral. Me deixem dormir em paz. O que eu quero pra parar de encher o saco com tanta negatividade? Silêncio com solidão. E daí vcs podem ficar com o churrasco com chimarrão. Eu não ligo. Viro até vegetariana. Só me dá um pouco de um silêncio total e completo e eu finjo que sei me virar nesse mundo louco.

terça-feira, maio 24, 2005

Vai-te embora, chuva! :P

To devendo uma postada aqui né? Desculpem a minha sumida de alguns dias... Não foi por nenhuma ocasião especial, foi só por falta de assunto e de vontade mesmo. Você agora deve estar pensando: 'óóó, então agora ela tem algo novo pra contar!' Não. A vontade voltou, o assunto continua longe... Mas a gente sempre inventa né? É só colocar a cabecinha para funcionar!

Eu vou assistir Malhação, quem sabe o seriadinho inútil não ilumina minhas idéias? Hein, hein? Até depois!

Fim da Parte I do Post.

Voltei. A internet tá fora do ar aqui em casa e isso me deixa tremendamente irritada. Grrr! Será que tem alguma coisa a ver com a chuva? Sim, porque agora deu pra começar o regime de chuvas em Joinville. E quem mora nessa cidade sabe muito bem o que isso significa. Nunca vi, aqui quando começa custa a parar. Blééé, eu quero o verão de volta! Não gosto de frio. E não me pergunte porque vou voltar pro Rio Grande do Sul então, já que lá é muito mais frio. Eu teria uma resposta bem preparadinha já, mas não tô afim de torná-la pública. :D

Eu não vou falar de Engenheiros hoje. Só para o post ter um pouquinho de originalidade... ;D

Despeço-me.

Lívia* Postando com algumas horas de atraso, já que a internet tava fora... o.O

segunda-feira, maio 23, 2005

That's official: I wasn't born to have relationships!

Confurismo

Bah, tadinho do 'devaneiosprimescos'. Anda jogado às traças, sem a participação de nenhuma de suas duas super preciosas editoras. Isso é uma crueldade, admito. De mim, isso até que se podia esperar. Eu ando investindo bastante na minha carreira como terrorista. Mas da minha priminha engenheromaníaca? Não, nunca. Deve ter acontecido alguma coisa. Até já estou com saudades dos posts puxa-sacos de engenheiros... Mas enquanto a minha dócil primitcha não dá o ar da graça, eu vou aplicar um pouco mais de terrorismo por aqui. Porque o meu terrorismo não é contra o imperialismo, ou contra os EUA, ou contra qualquer coisa séria. É um novo tipo de terrorismo: uma agressão mental sem qualquer fim ou objetivo. A estratégia é a seguinte: escrever textos, semi-textos e pseudo-textos o mais confusos possíveis, de maneira que, chegando ao ponto final, o leitor se sinta tão confuso quanto o próprio texto. Disseminar a confusão: essa é a regra! Se isso faz sentido ou não, é essa mesma a questão: não fazer sentido é o primeiro passo para a confusão generalizada. Me apóiem os loucos, dementes e confusos. E se vc não é nada disso, então começa a ser esse blog: imune ninguém fica.

quinta-feira, maio 19, 2005

A madrugada não faz bem aos meus neurônios...

Estou brava. O que fazer em dias de raiva? Não, pior, em madrugadas de raiva? Tirar alguém pra azucrinar? É uma boa, mas a pessoa mais apropriada para isso (minha linda prima Ana, claro), não se faz presente no ilustre MSN nesse momento. E agora?

PRONTO! Não estou mais brava. Como as coisas mudam rápido né? Sim... As vezes um simples ato faz o nosso humor mudar completamente... Pelo menos comigo é assimm! Tá, eu não vou tornar público o que me aborrecia e muito menos o que me deixou novamente feliz, mesmo imaginando que todas as pessoas que lerão esse post sabem a que me refiro. Ok, Lívia, pára por aqui que é melhor... É, eu tenho o péssimo costume de me estender em assuntos inúteis e que não chegarão a lugar algum. Fim.

Tô lendo "O Continente". Tô na parte da Ana Terra, que eu já havia lido ano passado. Perfeito. Eu adoro o Érico Veríssimo. Só podia ser meu conterrâneo, cara... Gaúchos normalmente são feras no que fazem, não sei se isso tem alguma coisa a ver com o ar do Rio Grande do Sul, ou algo do tipo... Formularei uma tese sobre isso. Ou não.

Realmente não há condições de eu postar de madrugada. Meu, nunca falo nada coerente! Desculpem, visitantes, eu não sou normal. Talvez isso também tenha alguma relação com o meu estado de origem. Gaúchos que lerem isso, não fiquem bravos. A verdade é dura, porém necessária.

Só mais uma coisinhaa: Engenheiros do Hawaii, eu amo você! E Humberto, ao contrário de uns e outros eu não estou puta da cara contigo por tu ter chutado o Paulinho Galvão da banda. Continuarei sendo sua fã, tu deve ter tido teus motivos para fazer isso...

Sim, o Gessinger é leitor assíduo desse blog, você não sabia?

Lívia ***Ao Som de Pra Ser Sincero - Engenheiros do Hawaii***
"Eu não quero mais
não vou perder o controle das mudanças..."

Mimetismo exarcebado - Stereoplasticos

quarta-feira, maio 18, 2005

Talvez

"Cada passo me reserva uma porta sem cara, um caminho sem via, uma incerteza a mais pra uma coleção que nunca termina. Eu queria desaprender o meu jeito de sempre conseguir me perder em mim mesma. Esquecer essa tal de sensatez e parar de pensar nas mil possíveis conseqüências de cada ato, gesto, fala, palavra. Talvez o mundo seja mesmo todo cheio de significações. Mas talvez o mundo seja só o mundo. Ele por ele. Sem mais nem menos. Sem certo e errado. E sem dúvidas e certezas."

terça-feira, maio 17, 2005

Depois de alguns anos, eis que a prima pródiga retorna (??)...

Sim, andei sumida. É que estive ocupada demais nesses últimos dias, mergulhada em viagens e sonhos Engenheirísticos. Mas não vou contar como foi o show no domingo porque nem eu me aguento mais falando desses caras nesse blog. Quem quiser saber do *MELHOR SHOW DO ANO* visite o meu lindo flog: http://www.fotolog.net/lilly_cobain ou o MSN Space do meu lindo amiguinho Léo: http://spaces.msn.com/members/leonardofinger ! É, nem contamos, mas eu e a Ana somos as mais novas colaboradoras do espacinho do Leonardo! Tá certo que nenhuma de nós duas escreveu nada lá ainda... ;P É uma questão de tempo. O tempo de eu acabar esse post e correr pra lá para inaugurar minhas ilustres participações... Estou me sentindo A jornalista... :D

Hum, eu preciso fazer dois relatórios de estágio para receber meu diploma de técnica em informática. Estou desde a semana passada tentando começar. Por que é tão difícil fazer isso, hein? Será que é só porque eu não tenho a MÍNIMA vontade e disposição para tal? Sinceramente, as vezes eu penso que tudo teria sido mais fácil e - por que não? - até melhor se eu não tivesse concluído o curso. Eu provavelmente já estaria na faculdade e nem aí para esses malditos relatórios... Certo, mas o tempo não volta atrás né? Ok, ok... Agora fique com as consequências de suas escolhas, Lívia. E pára de reclamar, deixa essa parte pra Ana (brincadeirinha, primaaa! ;D)...

Eu quero ir embora, tá? Só pra não perder o costume...

"Eu me sinto um Estrangeiro
Passageiro de algum trem
Que não passa por aqui
Que não passa de ilusão"

Esse trechinho aí foi só pra não perder o costume também... Porque fazia um longo tempo que eu não me apaixonava tão avassaladoramente por uma banda...

Lívia ***Ao Som de Sopa de Letrinhas - Engenheiros do Hawaii***

E se?

E se eu tô super errada mesmo?
(Porque esse pensamento sempre surge na cabeça da gente, hein, hein, hein?)

segunda-feira, maio 16, 2005

Meu, eu odeio odiar, saca? Tá, total coisa de malandro essa minha linguagem, mas e eu com isso? A vida é mil vezes mais complicada do que parece ser quando a gente já pensa que ela é complicada pra caramba. Começa que só pra explicar o quanto a vida é complicada, já é complicado. Sim, eu tb sei que não dá pra entender nada do que eu ando escrevendo por aqui. Mas ninguém entende nada de nada mesmo, então, qual a moral de escrever coisas com um aparente sentido? Nonsense é o que faz o mundo girar. Bah, e eu ando me achando total. Tipo, como se eu fosse tri madura e soubesse das coisas. É o risco que a gente corre quando é muito centrado. Acabar sempre sendo compreensivo consigo mesmo e com os outros dá uma sensação de "eu entendo tudo que acontece no mundo". Apesar da falta de sentido, é claro. E, tipo, nada a ver, mas eu nunca tinha percebido que eu era ciumenta, tá ligado? E ainda descubro que não é pouco. Pois, fazer o que? Pro meu próprio bem, a partir de hoje eu me aposento da minha atividade como scrapbooker. E vê se me cobra, prima, porque minhas crises de absistência costumam ser ridículas. Mas eu não sou louca não, viu? É só que essa coisa toda faz mal pra burro. Qualquer paranóia é culpa do Orkut que, apesar de sábio, não é sempre o caminho para sentimentos saudáveis. Bah, mas que porcaria é essa que eu tô falando? Já nem sei como é que eu consigo sempre escolher os piores assuntos. Tá certo que tudo isso incomoda, mas eu nem contei que eu fui no circo ontem. Tipo, cadê o meu senso crítico na seção 'coisas interessantes pra contar'? Defeito de fábrica, certamente...

Circos são mágicos

Eu quero ir emboraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Alguém faz o favor de roubar essa saudade de mim.
Meu mundo precisa mudar. E eu preciso de lonas bicolores pra me refugiar.
Porra, o que eu preciso mesmo é chorar.

E eu volto a ser depressiva... Não adianta, posts noturnos sempre serão assim. Torçam pra que eu tenha tempo de escrever de dia...

domingo, maio 15, 2005

Receitas

Seguinte: eu e minha priminha gostamos de ouvir música. Na real, gostamos da música em si. Até arquitetamos uma carreira artística no ramo, mas AS CDFS foi demais pra época, muito adiantado e tal. No futuro os Beatles terão caído no esquecimento e o talento dessa dupla vai ofuscar o universo musical. Enfim, por enquanto nos basta sugerir alternativas pra aguçar o nível auditivo das almas penadas que ainda não estão preparadas para sair da barbarie sonora em que se encontram. Portanto, aos poucos iremos RECEITANDO músicas, filmes e livros que podem abrir a mente e os ouvidos de quem estiver disposto a atingir o nirvana musical algum dia. Receitar é o que há. Sigam as receitas e passem adiante. Aqui não tem esse negócio de remédio controlado. É quanto mais melhor e vivam os excessos musicais!
Vou começar de leve. Prestem atenção no nome do composto: Supersonyca. Banda super nova, mas que já engatando. Devaneantes de plantão podem encontrar o remedito no site www.tramavirtual.com.br/supersonyca.
E agora passo a bola pra primticha Lívia. (Só não vale receitar engenheiros, viu prima?! hehehehe)
Eu consigo ser depressiva até quando não é a intenção. Puta que pariu!
Eu sou de lua. Eu queria comer macarrão, mas não sei se eu sei fazer. O ingresso pro circo acabou. Amanhã é domingo e eu tenho um monte de coisas pra fazer. Eu não quero fazer o projeto de turismo rural. Minha barriga tá doendo a troco de nada. Tem momentos em que eu não consigo saber exatamente onde estou. Ninguém me joga corda nenhuma. Então eu vou ficando por aqui mesmo. Algum dia o resgate aparece.

Certo e errado

- Eu tô feliz, eu tô alto astral, tô curtindo a toa.... lalalala...
- Que se passa, que se passa?
- Eu vou conhecer um elefante.
- Hummm, elefantes são ruins.
- Eu vou pular corda.
- Não é assim que se pula.
- Eu quero ficar sozinha.
- Privacidade não é uma conceito para crianças.
- Eu gosto da Xuxa.
- Ela é má. Belisca criancinhas e trabalha pro papa tudo.
- Eu quero crescer.
- Tu ainda não sabe de nada.
- Algodão-doce.
- Cárie.
- Olha o meu desenho.
- hmm, que legal.... até parece uma aranha...
- Eu fiz isso sim.
- Tá errado. Muito errado. Completamente errado.
- E eu já fiz alguma coisa certa na vida???
- Só essa pergunta.

sexta-feira, maio 13, 2005

Engenheiromaníaca Forever!

Eu VOU no show do Engenheiros domingo! Eu vou eu vou eu vou! Ingresso n° 589 já está na posse da senhorita Lívia Allgayer Freitag! 20 pila mais pobre agora (10 na verdade, pois meu pai aceitou pagar a metade), mas vai valer a pena! Agradecimentos a minha amiga Jamille que vai me acompanhaaar! Lá Lá Lá! Tô decorando o repertório do show aqui (sim, até domingo saberei de cor todas as 18 faixas do CD Acústico MTV). Tudo pra cantar em sintonia com o loiríssimo Humberto Gessinger! Já vi esse show no Planeta Atlântida, em janeiro, só que naquela época eu não tava perdidamente apaixonada pela banda ainda, não aproveitei nem metade do que vou aproveitar no dia 15... Empolgada? Eu? Capaz!

Tá, eu não fiz nada hoje. Nada, exceto uma coisa: comprar o meu ingressooo! HeHeHe... Ok, vou parar de falar nisso... Só não prometo arranjar algum assunto mais interessante para discursar...


"Não vim até aqui, pra desistiiiir agoraaaa..."

O post não vai prestar hoje. Desculpem. Ou melhor, desculpe, Ana. Hihihi... Ah, é que quando eu tô entusiasmada demais com algo não consigo pensar em outra coisa. Então encerro por aqui deixando um recadinho: ENGENHEIROS DO HAWAII, ME AGUARDEMMM!

Lívia ***Ao Som de Vida Real - Engenheiros do Hawaii***

quinta-feira, maio 12, 2005

Sorry, mas eu preciso escrever novamente. Mandar a minha irmã pros quintos dos infernos é uma tarefa urgente. E como não vale a pena fazer isso ao vivo, faço interneticamente, pro meu público selecionado e querido (eu mesma e minha prima super mega paciente pra ficar lendo meus posts infindáveis). Pois, dessa vez nem foi a encrenqueira de plantão. Foi a homenageada do primeiro post. Sim, eu amo ela. Mas não dá, não dá. Às vezes dá vontade de pegar pelo pescoço. A aborrência tá ali no encalço dela (e, não nego, também ainda fica tentando roubar minha vida de vez em quando). E eu ando sem saco de aturar qualquer coisa. Quanto menos uma irmã que resolve aporrinhar o meu santo depois de um dia comprido. Poxa, eu conecto na porcaria do horário que eu quiser, tá ok? Eu não vou ficar esperando até a meia noite porque eu quero ir dormir à meia noite, ok? E que se lixe a conta telefônica. Eu não acredito que isso vá fazer grandes diferenças. E, se fizer, me passa a minha parte da conta: agora eu posso dizer isso!

– Que? A conta? Vai sair 10 reais mais cara? Uou! Realmente, vamos falir. Quem sabe tu deixa de comprar caixa de chocolate todo dia e assim arruma o meu problema do telefone e ainda acaba com a tentação permanente na geladeira. Não? Ah, ta legal. Eu pago a conta inteira se isso te estressa. E daí também vou ligar pra quem eu quiser. E, sim, vou ligar pro sul e ficar três horas no telefone!!!

Ah, isso que é vida, não? Poder mandar as pessoas cri-cris pra bem longe, quando elas resolvem cri-crizar nossas vidas.
- Cri-cri-cri...
- Que? Não ouvindo...
- Cri-cri-cri-cri-cri-cri...
- Aham, aham. Fala aqui com a minha mão.
- Cri-cri-cri-cri-cri-cri-cri-cri-cri-cri-criiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.....
- Cala boca seu grilo desgraçado. Eu pago pelo teu silêncio!
- ( )
(No final de contas, o dinheiro não é tudo, mas pelo menos compra tranqüilidade...)

Sim, você também se importa com isso...

Definitivamente, eu já não me importo mais com críticas desconstrutivas (a exemplo das da minha cultíssima irmã de 12 anos completos). Quanto a esse ‘já’ na frase anterior saibam que, sim, ele está bem posicionado. Indica que alguma vez eu já me importei. E confesso que muitas vezes me importo mesmo. Aliás, vai dizer que você não se importa nem um pouquinho com a opinião dos outros... Pode até ser que você seja bem resolvido, que não dê a mínima pro que diz a maioria, que não segue as tendências, etc. Mas pelo menos de uma meia dúzia de criaturas no mundo você deve esperar aceitação. Todo mundo espera aceitação. Isso é a real e não me venham dizer que não. Enfim, mas isso não é o x da questão. Na verdade, na verdade, não tem x nem questão no momento. Eu to começando no meu emprego e tô meio avoada demais pra pensar em qualquer coisa. Meus dias tem sido corridos e bem estranhos pro que eu andava acostumada. Mas eu me adapto rapidinho e em breve já terei novas lamentações pra encher esse blog. Porque eu vou contar a real agora: eu gosto mesmo é de escrever textos pesadões e adornados de depressividade. E não quero saber se alguém fica triste lendo esses pseudo-textos. Eu fico feliz em escrevê-los. Só espero que a minha primitcha não fique tristonha com eles, porque a opinião dela sim tem importância. Afinal, somos uma sociedade aqui. Uma sociedade de pessoas sem assunto. Mas que sabem explorar muito bem a falta do que dizer! E disso eu me orgulho! Ponto-sem-final!

quarta-feira, maio 11, 2005

Água nããão!

- Então você faz a ultra-sonografia e depois traz o resultado aqui.
- Tá bom, doutora, obrigada.

Nunca pensei que essa porcaria de exame fosse TÃO desagradável. Fiz hoje. A única exigência era: venha com a bexiga cheia. Certo. Comecei a tomar líquidos já pela manhã (o ultra-som seria as 14:20h), quando fui pra academia, disposta a não fazer o número 1 até a hora do exame. Doce ilusão. Tudo certo até o horário do almoço, nenhuma visita ao sanitário. Tomei copões de suco e mais um pouquinho de água para ficar com o bucho bem cheio. Ok, comi e fui pro banho. Após o banho eu já estava em estado emergencial, e ainda faltava mais de uma hora pra porcaria do negócio. Tentei desviar a minha concentração disso, sentei na poltrona da sala e liguei a TV na MTV. Tava passando um clipe do Mário Frias. Não fazia a menor idéia de que esse cara cantava... Whatever, o plano de desvio de atenção não funcionou. Eu PRECISAVA mijar. Fui ao banheiro e mijei. "Merda", pensei, "tenho que tomar tudo de novo". Lá se foram mais 4 copos cheios de água, um atrás do outro. Quase vomitei bebendo aquilo, mas fazer o que, precisava, né? Ok... Eram 13:35h quando eu saí de casa com meu pai, rumo a clínica. No meio do caminho a sensação já tava insuportável de novo - como essa merda de água desce rápido pra bexiga! Chegamos ao centro, meu pai estacionou o carro e eu fui caminhando em direção a clínica. Não era muito longe, mas antes de chegar lá eu passei por um shopping. Não dava mais. Banheiro, finalmente. Lá se foi tudo novamente. Merda, merda, merda! Comprei uma garrafinha de meio litro de água e bebi o mais rápido que pude. Feito isso, vamos lá. A clínica era a poucos passos do shopping. Sentei lá e esperei. Esperei uns 15 minutos. Quando chegou a minha vez, eu já tava a ponto de fazer xixi nas calças (ou melhor, na saia) de novo. Mas agora não tinha mais jeito: era torcer para que a tortura passasse rápido. E pôe tortura nisso! A médica colocou um gelzinho bem gelado *naquela* região e ficou passando pra lá e pra cá o tal aparelhinho (parece um mouse, tem o mesmo funcionamento), fazendo cada vez mais pressão na minha querida bexiga. "Eu sei o quanto isso é difícil, sei mesmo, mas tenta ficar paradinha só um pouquinho" - dizia a moça. Eu não parava de me mexer. Sentia que a qualquer momento um acidente poderia acontecer... Well, o exame não deve ter durado muito mais de 5 minutos, mas quando eu ouvi o "Pronto, acabou" parecia que aquele momento tinha durado uma eternidade. Voei pro banheiro que tinha imediatamente atrás da salinha. Alívio, alívio, alívio... Ahhh... Feito isso, fui-me embora me sentindo muito leve e já levei o resultado do ultra-som para a minha médica ver. Tudo perfeito, disse ela, nenhum problema. Ótimo. Ultra-sonografia de novo só quando eu encomendar um baby. E que isso ainda demore MUITO tempo.

terça-feira, maio 10, 2005

De tudo um pouco. Ou de nada um monte.

Tô conversando com a minha priminha agora. Mais uma vez, estava eu a reclamar da vida. Mais especificamente sobre a minha total falta de idéias em relação ao que postar por aqui. E então minha queria prima - gênia, sempre gênia - me lembrou do seguinte e simples fato: o nosso público - cuidadosamente selecionado - não deve estar se importando tanto com posts sem nexo, ou posts depressivos, ou, porque não?, posts de merda. Afinal, eu curto muito os posts da minha prima e, se ela não curte os meus, pelo menos não reclama. E ainda me incentiva a escrever mais inutilidades. No final de contas, só nós duas que vamos ler mesmo. E aí, prima? Tudo em cima? Mas eras isso. Por fim, jamais esquecendo: beijos pra todos os meus fãs! (Eu espero que algum leitor eventual entenda os conceitos básicos de ironia, sarcasmo, humor negro, etc... Senão, eu to ferrada... Ou, no mínimo, fadada ao apelido de 'senhorita bonaparte')

segunda-feira, maio 09, 2005

Profecias primescas

Humm... Eu acho que ando desviando as intenções iniciais desse blog. Meus posts estão ficando muito intimistas e pra lá de desanimados. Definitivamente isso tá fora de rumo. Afinal, o objetivo principal seria diversão ou, pelo menos, seria um meio de fazer graça das próprias desgraças. Além de, claro, devanear muito. E eu só reclamo da vida. Isso sim é uma legítima mala sem alça - mas pelo menos uma de couro e importada, ok? =D Então, para animar o recinto, estão sendo feitos alguns preparativos para dinamizar esse blog. Mas isso será visto em breve ( ou não tããão em breve - depende da disponibilidade de tempo das primas Freitag). Mas, enfim, deixemos este post como está mesmo. E, dessa vez, sem poemas ou músicas dramáticas. (Êêê) Sim, sim, podem comemorar...

O Pop não Poupa ninguém...

Um blog administrado por duas primas sonhadoras, criativas e devaneantes abandonado por mais de 24 horas. Como isso foi aconteceeer? Quanto a justificativa da minha ilustre companheira eu não sei, mas o meu motivo é puramente a preguiça. Tá, a falta de assunto também. Vamos tentar reverter essa situação.

Dia das Mães hoje. Ontem, aliás, já são 1:03h. Nem coloquei o nariz pra fora de casa. O tempo estava horrível, almoçamos em casa mesmo, ficamos assistindo TV. Um domingo comum. Não tenho motivos para reclamar. Nem para elogiar. :P

Ellen Jabour, você me empresta o Rodrigo Santoro? Só por uns dias, vai... Ontem pela segunda vez assisti "Simplesmente Amor". O filme é SIMPLESMENTE lindo, e como se isso já não bastasse, o nosso produto nacional está SIMPLESMENTE maravilhoso nele. Ok, era melhor ainda quando ele conservava as madeixas longas, mas não tem como não ficar fascinada por aquela carinha de moço sério que o rapaz apresenta no filme... Aiai... Pronto Lívia, pode voltar ao mundo real agora. O mundo dos ilustres anônimos. Sabe quando o Rodrigo Santoro vai reparar que você existe? No mesmo dia que o convite pro casamento da Gi com o Léozinho DiCaprio chegar na sua caixinha de correspondências...

Sabe, eu não posso deixar de citar a minha relação de amor e ódio com meu fotolog, mais uma vez. O problema mais recente é que aquele $%*&$% não deixa eu atualizar. Tô a ponto de pedir o divórcio. De verdade. Não há amor que resista a tantas chateações.

Posso dizer de novo que eu tô apaixonada por Engenheiros? Sim, eu tô, e li no site deles que tem show por aqui no dia 15. Ah, eu devia estar soltando foguetes, mas não sei se terei companhia. :( Alguém se habilita a acompanhar essa pobre mocinha abandonada? Por favooooor, eu não POSSO perder!

"...Quem ocupa o trono tem culpa
Quem oculta o crime também
Quem duvida da vida tem culpa
Quem evita a dúvida também tem..."

Lívia ***Ao Som de O Papa é Pop - Engenheiros do Hawaii***

sábado, maio 07, 2005

Mais do mesmo

Mmm... Tava tudo beleza, até eu me ver definitivamente presa junto com os meus pensamentos, insensivelmente torturada por umas divagações e dúvidas que se acham as tais (mesmo não sendo). Enfim, não me procurem mais durante um tempo. Eu estou alheia a mim mesma. E não é dramaticidade que eu quero transmitir. Nada disso. É questão apenas de necessidade de solidão momentânea. Necessidade que há de passar logo. Pois, mas pra tornar o tom desse post ainda mais dramático - mesmo não o sendo -, cito um poema da Florbela Espanca, que foi, aparentemente, encomendado para se encaixar a minha pessoa (embora eu não lembre de ter encomendado nada. Mas sei lá, eu sempre achei que tivesse o dom da telepatia...)...

Sem Remédio

Aqueles que me teem muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou...
Não sabem que passou, um dia, a Dor,
À minha porta e, nesse dia, entrou.

E e desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu Nosso Senhor!
Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!

Sinto os passos da Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!

E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrãs de mim, sem me largar!...

PS: Gostaria de, publicamente (neste blog sem público), me redimir por não ter comparecido a uma certa reunião para a qual fui convocada por um certo Sr. Léo e uma certa prezada prima Srta. Lívia. Ocorreu um equívoco, digamos assim, hehehe. Desculpinhas, my friends!

O Tempo Não Pára...

Posso dizer uma coisa? Eu quero os comentários do meu fotolog de voltaaaa! Buááááá! Tá, não vou continuar enxendo com esse assunto que ocupou todo meu post de ontem. Mas que eu tô verdadeiramente triste, eu tô. :(

O Grêmio perdeu de novo. Que GRANDE novidade. ¬¬ Rumo a série C, como já diria meu pai. Tenho saudades da minha infância, quando eu torcia pelo melhor time do Brasil e podia dizer isso sem medo, porque o tricolor era mesmo. Hoje em dia prefiro nem assistir aos jogos. Decepcionante demais. Porém, como já diria o hino: "Até a pé nós iremos, para o que der e vier". Não posso abandonar meu time agora que ele tanto precisa de mim! Só me resta torcer para que a má fase passe logo e voltemos a ser como sempre fomos: os MELHORES!

Amanhã é dia das mães! :D Eu gosto dessa data! Podem falar o que quiserem, que é só mais uma data comercial e blá blá blá. Tudo bem, pode até ser, mas é também uma oportunidade para um programinha agradável em família. Sim, eu sou apegada a minha família e gosto de estar junto deles sempre. Este será meu grande desafio quando eu me mudar para o RS, ficar longe do pessoal aqui de casa. :/ Vai ser complicado, porém é preciso seguir nossos sonhos e enfrentar as consequências, certo? Não dá pra parar de viver, e além do mais eu já não sou nenhuma criancinha. :) É engraçado dizer isso, mas legalmente eu sou responsável pelos meus atos. E pensar que até algum tempo atrás a minha maior diversão era brincar com as saudosas Barbies... O tempo realmente VOA.

Procurei durante dois ou três minutos algum trecho de música, livro, alguma citação que pudesse dar um desfecho legal a esse post. Não consegui pensar em nada. Despeço-me puramente então, desejando um bom dia das mães pra todos! Aproveitem bem, afinal elas não vão estar aí pra sempre, né? Depois não adianta chorar o tempo perdido...

Lívia ***Ao Som de Whole Lotta Love - Led Zeppelin***

A Ana? Tá sequestrada. Gostaria de deixar recado?

Bah, que dia esquisito. Ou não. Talvez seja simplesmente impressão, porque foi um dia um pouco fora de rotina e tal. De manhã e no início da tarde fui ver umas questões burocráticas sobre o meu emprego. Mas isso não é lá muito interessante. Legalzinha foi uma homenagem pro dia das mães que teve no trabalho da minha mamãe. Que fofo, não? Pois, eu nem sei porque eu curti. A gente ficou a maioria do tempo esperando começar e depois eu ainda tive que sair correndo pra minha aula à noite. Mas, sei lá, me senti um pouco bem. Deve ser porque tinha um bolo de chocolate delicioso e a tal da serotonina resolveu trabalhar um pouquinho. Ou talvez porque os humores, no geral, estavam mais ou menos compatíveis entre o pessoal aqui de casa. Bah! Eu e a minha mania de tentar explicar tudo. Porque eu não posso só contar alguma coisa e parar por aí?Mas continuando... De noite, a aula foi normalzinha. Só que eu resolvi sair mais cedo. Daí eu, minha mãe e meu padrasto decidimos jantar fora. Comemos peixe. Hmm, adoro peixe. A gente jantou num restaurante meio aberto, como é a maioria dos restaurantes por aqui, já que é quase sempre um calor insuportável nessa cidade. Enfim, é um lugar tipo uma "varanda" de uma casa qualquer. Hehe. 'Porque essa doida tá descrevendo a estrutura da porcaria do restaurante em que ela jantou?', vocês (quem??) devem estar se perguntando... Ah, mas não se preocupem. Eu tenho sim um motivo. No caso, é até específico. Nem vou ter que ficar dissertando possibilidades até não chegar a conclusão nenhuma. Enfim, é porque hoje começou a chover no iniciozinho da noite e não parou mais de cair água até agora a pouco. E eu só queria acrescentar, no caso da janta, esse mísero aspecto: da chuva caindo bem do nosso lado, enquanto jantávamos e tal. Sei lá, pra mim torna o momento mais interessante. Não que isso siga qualquer lógica... Bom, daí depois a gente ia, a princípio, pra casa. Mas meu padrasto teve que parar num lugar antes e eu e a minha mãe ficamos esperando no carro. Continuava chovendo e eu e a minha mãe ficamos conversando sozinhas dentro do carro por um bom tempo. Foi muito bom. Eu sempre gostei de conversar no carro. Quando eu era pequena, meu pai contava histórias de super heróis inter galáticos e da enigmática caixinha de Glob's Glob's enquanto esperávamos, no carro, a minha mãe sair do trabalho, ou ir comprar alguma coisa no supermercado. Era divertido. Mas além dessa fase, isso sempre foi uma coisa que eu curti. Isso quando todos os ânimos estão dispostos a conversar, porque quando alguém tá de saco cheio, a coisa vira um inferno. Não foi o que aconteceu hoje, certamente. Conversei algumas coisas que eu precisava conversar a tempos, mas continuo precisando provocar outras conversas parecidas pra me resolver emocionalmente, digamos desa maneira. Mas foi ótimo também ouvir certas coisas. Na real, a gente nunca sabe o que a outra pessoa está pensando. A gente pode, no máximo, imaginar. Só que, muitas vezes, a gente imagina errado. E daí acaba se ressentindo de coisas que talvez nem existam. Bom, divagações a parte, a noite foi a melhor parte do dia, por assim dizer. Completamos olhando um filminho (Sob o sol de Toscana) em casa. Bem legal pro meu estado de espírito atual. Em compensação, a madrugada não está sendo das melhores. Minhas irmãs voltaram de um show toda elétricas, me deixando meio irritada (a troco de nada, na verdade). E eu vou ouvir as pentelhas bem na hora que alguém finalmente aparece no msn. E agora estou sozinha de novo, porque as minhas queridas hermanas já se deitaram e o msn está vazio de novo. Ok, nada disso é motivo pra compor uma madrugada ruim. No caso, deve ser tudo fruto da minha cabeça, pra variar. Puxa vida, tô sentindo que eu tô sendo novamente sequestrada pelos meus pensamentos e devaneios. Tipo, isso acontece de tempos em tempos na minha vida. No resto do tempo, eu consigo conviver combatendo quase em pé de igualdade com as minhas dúvidas, sonhos e divagações. Mas tem vezes em que eles me sequestram e eu sou mantida em cativeiro por tempo indeterminado. O jeito é torcer pra que eles me libertem logo. Porque, eu até poderia fugir, mas isso simplesmente não me faria bem...

sexta-feira, maio 06, 2005

Fotolog.net, por que você não EXPLODE de uma vez?

Brava. Raivosa. Com vontade de nunca mais sentar na frente de um computador (ok, sem exageros demasiados). Se eu tivesse coragem, nesse momento eu desativaria minha conta no fotolog.net. Mas não, eu não tenho, o que é uma pena. Desde que aquela merda entrou em manutenção há duas semanas atrás as coisas só pioraram. Era uma dor de cabeça pra se logar e postar. Pronto, arrumaram isso. Agora a foto vai de primeira. Tava bom demais pra ser verdade. Claro, fotolog.net sem problemas não é fotolog.net. Agora aquela porcaria resolveu COMER os comentários da minha foto de ontem. Simplesmente sumiram todos os recados que haviam deixado. Já sentiu uma coisa ruim que começa dentro do peito e no mesmo segundo sobe pra cabeça? Foi exatamente o que eu senti quando vi o ocorrido, seguido do pronunciamento de um palavrão que não convém ser citado. O fato é que estou P* da cara com aquele serviço chulé do fotolog. Um dia eu ainda acabo com tudo aquilo não me estresso mais. Enquanto esse dia não chega, dá uma passadinha lá e deixa um recadinho: http://www.fotolog.net/lilly_cobain ! ;)

Desculpe o desabafo, mas um blog também serve pra isso, não é? Ao invés de descontar em cima das pobres pessoas que têm mais o que fazer do que ouvir suas lamúrias, conte os problemas para seu blog! Ele é um ótimo analista, e o melhor de tudo: é de graça! :D

Bom, eu uso esse espaço pra tudo, menos pra falar sobre meu dia-a-dia - que deveria ser o foco.
A verdade é que no momento em que me encontro realmente não há o que ser dito. O que você acha de saber o dia de uma desocupada, que não estuda, não trabalha e só sai para ir até a academia - que por sinal, é bem pertinho de casa? É, acho que não é muito interessante. O bom disso tudo é que fico com tempo sobrando para pensar em bastante bobagens. Quem sabe eu ainda compartilhe alguns desses brilhantes pensamentos com meus queridos visitantes? Vou tentar selecionar algumas coisinhas. Até porque ninguém merece entrar num blog para ler lamentações de uma garota frustrada com seu fotolog. Sim, preciso melhorar isso. Sorte que ainda tenho minha companheira Ana para escrever textos com mais conteúdo e menos reclamações. Tah, chega. Bati o recorde da falta de assunto hoje.

Meu pai acaba de informar que teremos pizza para o jantar. YeaH! Uma boa notícia para animar minha noite. Depois dessa vou até acabar esse post inútil. Boa noite de sexta-feira para quem for fazer alguma coisa de especial (o que não é o meu caso)!

Lívia *

Cacos de vidro

Sono. Muito sono. Alguém aí já desligou o despertador e depois não consiguiu lembrar de ter feito isso? Espero que isso seja normal... No mais, pelo menos tem explicação. Eu preciso é dormir mais. Três, quatro horas não mantêm ninguém em pé. Muito menos eu, desde sempre adepta do dorminhoquismo.Ah, o dia foi chato. Nem vale ser comentado. Dia normal misturado com início de dor de garganta/ouvido e um tanto de dorzinha de cabeça pra temperar os ânimos. Fora isso, sono. E não quero nem saber se tô me repetindo. É só nisso que eu consigo pensar agora. Na verdade, também consigo pensar na caixa de bombons que eu sei que está na geladeira, bem em cima da caixa de - eca - legumes. Mas isso é auto-flagelação, devo parar com estes pensamentos... Bah, sorry, eu to podre demais pra escrever. Pra me safar, apelo pro Cazuza, que eu sempre descubro ter dito alguma coisa muito afu, bem antes de eu pensar em como eu poderia expressar:

"Livro depressivo
Na areia da praia
Eu banco o depressivo

Talvez você caia
Na minha rede um dia
Cheia de cacos de vidro
De cacos de vidro"

quinta-feira, maio 05, 2005

Quer rock? Vai pro Rio Grande do Sul!

Boa tarde! Antes de mais nada, PRECISO fazer um comentário: poxa, a Clara, filha do Humberto Gessinger (Engenheiros do Hawaii) tem futuro como cantora! Espero que siga carreira. Tô escutando a música "Pose", que ela canta junto com o pai. A música é extremamente bonitinha e a menina não deixa nada a desejar. Recomendo para download. Não só essa como qualquer outra do Engenheiros. Quanto mais eu conheço, mais gosto deles! Aliás, eu sou fascinada por diversas bandas gaúchas. Acho que atualmente a melhor cena de rock nacional é do RS, e não digo isso só por ser de lá não, viu? Para quem quiser conhecer um pouquinho, pode começar a pesquisar sobre as seguintes:

*Acústicos e Valvulados;
*Nenhum de Nós;
*Comunidade Nin-Jitsu;
*Engenheiros do Hawaii;
*Tequila Baby;
*Cascavelletes;
*Bandaliera;
*TNT.

Ah, tem várias. Mas a princípio essa listinha tá boa, essas são algumas das minhas preferidas (não necessariamente nessa ordem).

Bem, dado meu conselho musical do dia, continuemos. Não sei se alguém notou (alguém? Quem? A Ana, talvez... HeHeHe), mas ontem faltei com a minha responsabilidade de postar aqui. Sim, eu tenho uma explicação (não que justifique muito, mas de qualquer forma É uma explicação) para tal fato. É que eu estive um tanto ocupada tentando mexer naquele tal "Space MSN", a nova maniazinha da internet. Pois bem, apanhei bastante para aquilo (sem motivo, pois não há nenhuma dificuldade lá. Mesmo assim eu sempre consigo arranjar algum problema), e finalmente consegui. Fiz um perfil, postei alguma coisinha no blog e montei um álbum de fotos. Visitemm: http://spaces.msn.com/members/lillycobain !

Viram a linda foto das primas ali embaixo? Ok, os fãs podem nos contatar através de e-mail ou pelos comentários do blog mesmo, a gente só não promete responder a todos pois o volume de mensagens enviadas a nós é muito grande. Quem mandou nascermos com uma beleza tão rara, não é prima? Essa família Freitag é muito privilegiada, fala sério...

Despeço-me agora deixando um forte abraço a todos os admiradores de nossos devaneios. Obrigada pela preferência!

Lívia ***Ao Som de Rock and Roll - Led Zeppelin***

Ana e Lívia. Primas normais. Ou talvez nem tanto. Posted by Hello

Eu sempre gostei da idéia de casas feitas de plástico.

Bom, como esses dias eu mencionei uma das minhas marcas registradas (tombos), me esforcei para nessa mesma semana poder proporcionar outros relatos dessa natureza. E saibam todos: quando eu me esforço, eu consigo. Então, ontem a noite, veio o primeiro resultado: um vidro de perfume espatifando-se no chão, atrás da cama. Quase meia noite e lá vou eu com pá, vassoura e pano, dar um jeito na minha baguncinha. Até aí, tudo ok. Eu gostava do perfume, não gostaria de tê-lo aposentado, mas aconteceu, fazer o que, não é? Nem fiquei irritada... Imaginem que pra mim isso é mesmo uma coisa inédita... Mas, vejam só, eu não me satisfaço com pouco não. Hoje eu queria deixar bem claro que quebrar coisas é, definitivamente, um esporte muito apreciado pela minha pessoa. Pois bem, na tentativa de preparar o almoço (sim, eu sou uma menina mais ou menos prendada =p), vou pegar não sei o que que estava no parapeito da janela que dá pra cozinha e, que novidade, lá se foi o mini aquário da minha mãe. Ahh, mas não fiquem tristes: só tinha peixinhos de vidro! Hehehe. Que também quebraram, é claro. Só que dessa vez eu fiquei raivosa. E depois histérica. E depois depressiva. Claro que não era motivo pra tudo isso, mas não é a toa que outra das minhas paticularidades é uma certa tendência ao exagero. Mas, enfim, foi uma festança geral de quebrações. Ontem minha mãe tb quebrou o vidro de uma janela. Pra vcs verem que eu não tenho culpa, o negócio é genético mesmo...Bom, mas então, hoje o dia foi um tanto maçante. De tarde, fiquei ouvindo todos os secretários do munícipio falando sobre suas respectivas secretarias. É uma tal de preparação pra próxima semana, quando eu efetivamente começo a trabalhar. Pois, já sinto falta do ócio meu de cada dia... Bem, de noite era pra ter aula. Não teve. Tinha uma palestra sobre o desafio sebrae. Mas eu fiquei matando tempo conversando com uma amiga e o professor de informática. Papos sobre aulas e sobre cigarros. Não perguntem a conexão entre esses assuntos. Eu tb não sei direito. O que vale é a tirada do professor que, coitado, está tentando parar de fumar. Ele disse que fica imaginando 'um cigarro suculento', nesses dias em que está tentando parar. Difícil é imaginar como um cigarro pode ser qualificado nos mesmos termos de um pedaço de picanha. Isso, claro, para mim, uma não-fumante. Os fumantes certamente entendem bem isso. Eu é que não participo do mesmo universo. Pensando bem, talvez até que eu entenda. Mas o objeto certamente é outro. Qual? Chocolate, é claro. O chocolatrismo é sim um vício grave, nos mesmos níveis do tabagismo. E que não revidem essa afirmação! Sejam chocólatras antes de ousar falar a respeito. Ui, que braba! =D

quarta-feira, maio 04, 2005

Ninguém me avisou da competição...

Mas, bah, não é que eu to me disciplinando até em termos bloguísticos? Posts em seqüência e contando minhas grandes peripécias diárias... É, não parece eu. Bom, vamos ver até quando isso dura... Enquanto isso, hoje tem mais um capítulo narrativo de outro dia na minha vida extraordinária. Bom, se a minha vida não é tão extraordinária assim, pelo menos todos concordariam o quão extraordinário foi o meu sonho de hoje. Sabe quando tu meio que acorda, para de sonhar, e fica lembrando de um sonho que acabou de acabar? Daí tu não te mexe, fica parado o máximo que tu puder, se possível nem respira muito, e só se concentra no sonho... pra ver se engata novamente... pra viver uns minutos a mais o que tu não pode viver na realidade... Enfim, foi nesse estilo. Mas uma hora eu tive que levantar. Uns tais de compromissos voltam a me perseguir. Eu já tive sérios problemas com esses caras. Fiquei pensando em contratar segurança particular. Mas acabei me mudando e me livrando da perseguição dessa máfia. Até mais ou menos agora. Hoje fui ver um negócio do emprego, caminhei um monte pra achar o único sebo existente nesse lugar que não existe, dei uma big volta na cidade, tentei escolher o presente do dia das mães (sem sucesso), me enfiei na academia por duas horinhas maçantes e depois corri pra casa, porque, pra variar, eu já estava atrasada pra aula. Ainda antes da aula passei numa biblioteca no caminho, depois na biblioteca da faculdade, e só então me dignei a comparecer à aula. Mas vcs pensam que aula tinha começado? Não, não tinha. Deu até tempo de falar de futilidades com as minhas colegas “cabeça”. Pois, a aula foi trouxa, como sempre. Matemática financeira com um professor de primário. Depois o pessoal da turma inventou uma eleição de não sei o que pra poder matar um pouco da aula do professor. No outro tempo a aula rendeu um pouco mais: continuamos a preparação de um projeto sobre turismo rural em uns bairros daqui chamados de Monte Cristo. Eu fiquei meio que lendo a aula inteira. Mas eu sou meio velha, eu acho, porque não consigo me concentrar direito com barulho e conversas por perto. Sou daquelas almas penadas que precisam de silêncio pra se concentrar de verdade. E eu também sou daquelas pessoas que adoram mudar completamente de assunto, sem rodeios e, com certeza, sem dar nenhuma explicação. Por isso, finalizo com a menção de um trecho muito foda, de um livro, também, muito foda. Pelo menos pra mim, lógico...
“Se é agora, não vai ser depois; se não for depois, será agora; se não for agora, será a qualquer hora. Estar preparado é tudo. Se ninguém é dono de nada que deixa, que importa a hora de deixá-lo? Seja lá o que for!”
... Hamlet não é só ‘ser ou não ser’ hein...

PS: Prima, prima, que espírito competitivo é esse? Hehehe. Tu não leu o que eu escrevi? Eu sou uma enrolona! E enrolões enrolam demais. E conseguem posts daquele tamanho. Ou maiores ainda. Dependendo da capacidade diária de escrever coisas inúteis. Então, pensa bem, qual a vantagem? Hehehe. Bjs, sua cdf.

terça-feira, maio 03, 2005

Sem inspiração para títulos... Precisa mesmo colocar?

Depois desse último post da Ana dá até uma falta de ânimo de postar, porque eu sei que NUNCA vou escrever um texto daquele tamanho. Mas vamos tentar né? Tamanho não é documento. ;)

Dia interessante foi essa terça-feira. Conheci pessoalmente uma amiga virtual com quem já teclava, hum, há uns 4 anos. Como é estranho isso... A pessoa passa tempos da vida confiando seus segredos, seus momentos tristes e felizes, suas vitórias e derrotas a uma pessoa que, dependendo da situação, ela nunca verá nos olhos. Existem exceções, como aconteceu hoje - e sim, foi um encontro muito bacana e pude notar que a Karina é tão legal quanto passava ser virtualmente. Mas são exceções. Tenho consciência de que certamente passarei o resto da vida sem conhecer a maioria dos meus amigos de internet espalhados pelo Brasil afora. Talvez pelo fato da distância, ou, talvez, pela falta de oportunidade. Mas isso não importa. Se for amizade, vai continuar, seja do jeito que for. A tecnologia está aí pra isso, para unir pessoas. E viva os diversos meios de comunicação!

Marquei minhas aulas de volante. Começo daqui a 20 dias. SÓ daqui a 20 dias. E isso que estou livre em qualquer horário, ou seja, minha única exigência foi que as malditas aulas fossem marcadas o mais cedo possível, fosse a hora que fosse. O mais cedo possível é dia 23 de março. Que absurdo. Tenho a leve impressão de que me matriculei na auto-escola mais lerda do mundo. Tudo bem, paciência. Só resta esperar mesmo. Esperar e torcer para que o tempo continue passando rápido. Por incrível que pareça preciso confessar que enjoei deste semestre ocioso. Torço para que chegue o meio do ano logo para iniciar minha vida nova! :) Talvez quando chegar essa época eu lamente esses tempos de agora, mas é assim mesmo, não é? O ser humano nunca fica plenamente satisfeito. É assim que o mundo funcionou até hoje e não vai ser agora que vai mudar.

Chega. Nunca chegarei aos pés do espaço ocupado pela minha inspiradíssima prima. Tô contente com esta metade de tela do bloco de notas. Até mais!

Lívia*

Viva a esquizofrenia lúcida

Então... Eu sou uma enrolona de marca maior. Se eu posso deixar alguma coisa pra depois, porque não deixar então? É, a velha coisa do jeitinho brasileiro. A pré-histórica historinha de levar a vida com a barriga. Bom, mas hoje eu me rebelo comigo mesma, pra não ficar fazendo feio já no início. Então cumpro agora a promessa de falar dos meus dois últimos dias. Apesar de me inclinar a ficar enrolando vários dias porque não consigo pensar em nada diferente pra dizer. Outra velha mania: meu perfeccionismo. Eu gosto dele. Mas ele gosta de atrapalhar a minha vida. Então, tchau pra ele também. E que venha a narração...

Sábado – O monstro vigiava a presa, com os olhos fixos nas costas largas e brancas do humano indefeso. O arfar da respiração da criatura me fez tremer e então comecei a correr... Hum, não,não, acho que estou me enganando. Isso foi outro dia. Ah, sim, último sábado, dia 30. Meu alto nível de baixo astral bateu o recorde anual. Passei a tarde em casa, tentando quebrar esse recorde, até conseguir. De noite eu não pude continuar pra ver se eu conseguia uma marca maior: fui assistir uma apresentação do Projeto Pixinginha aqui na minha atual cidade – Boa Vista. Música brasileira das boas, pessoal do sudeste muito simpático, canções fofas e outras alegres. Atenção especial para Lui Coimbra, que teve a brilhante idéia de musicar um soneto do Mário Quintana: Astrologia. Voz e violoncello. Lindo, lindo. “Ouçam”:

“Minha estrela não é de Belém
A que parada aguarda o peregrino
Sem importar-se com qualquer destino
A minha estrela vai seguindo além...

- Meu Deus, o que é que esse menino tem? –
Já suspeitavam desde eu pequenino.
O que eu tenho? É uma estrela em
Desatino...
E nos desentendemos muito bem!

E quando tudo parecia a esmo
E nesses descaminhos me perdia
Encontrei muitas vezes a mim mesmo...

Eu temo é uma traição do instinto
Que me liberte, por acaso, um dia
Deste velho e encantado Labirinto”

Muitos méritos mais aos artistas. Pessoal bacana pra caramba. Ficamos depois do show pra comprar uns cds e conversar com os artistas. Gente simpática demais. Pena que já iam embora na mesma noite. O momento nos bastidores teve até a presença de uma das minhas marcas registradas: o tombinho clássico. Pobre do músico que estava junto. Foi nos levar pra conversar com o resto do pessoal e nos levou por uma escada ao lado do palco. E não adiantou nem o “cuidado”, também clássico, proferido pelo músico. Lá fui eu resbalar na escada e cair sentada. Cara de tacho? Que nada. Só um pouquinho. O resto foi riso mesmo. Tentativa de deixar a situação menos incomoda e de tirar a cara de susto do cara que tava por perto. Mas, enfim, quem nunca presenciou um tombo meu, ainda pode esperar. Eu sempre arranjo novas oportunidades pra isso. Bom, depois a gente foi pra Orla. A Orla de Boa Vista (chamada de Orla Taumanan), pra quem não sabe, é uma construção à beira do Rio Branco, bem no centro da cidade. É bem legalzinho. Tem umas coisas parecidas com praças de alimentação e tem esse tipo de auditório ao ar livre onde tava acontecendo uma apresentação de uma banda da aeronáutica. Coisinha chata pra burro, essa apresentação. Me disseram que no início estava bonzinho, mas quando eu cheguei tinha um cara tocando pandeiro e falando de Jesus. E a banda toda atrás, sem fazer nada. E o cara fazendo graça. Nada engraçado, claro. Eu e Pati suspeitamos de algo... Pelo que assistimos no sábado, constatamos que a Aeronáutica é, na verdade, uma Igreja disfarçada. E pelo teor do discurso, provavelmente evangélica. Nada contra. Apenas uma constatação. Pras outras pessoas ficarem atentas aos militares disfarçados... Quem sabe o que o exército é de verdade? Uma congregação marista? A Igreja secreta do Padre Marcelo Rossi?? Opus Dei??? Hum... Isso só o tempo dirá... Enquanto isso, é bom não confiar na marinha também...

Domingo – Despertador às 6:45. Telefone tocando às 6:46. Acordando cedão assim pra um tipo de city tour com um pessoal de outro curso de turismo. Ah, é, eu curso turismo. Hehehe. Enfim, passeio no haras que tem perto da cidade. Levei a Pati junto. Conhecemos todos os cantinhos do lugar. Desde o jardim botânico, até cada cavalo, com a respectiva explicação sobre a raça, a história, o nome, o tipo, patati-patatá. Conhecimento útil pra alguém – que não eu. Mesmo assim, foi bem legal. O lugar é tri lindo. E a gente ainda tomou o tal do café suíço. Tipo um café colonial das serras do RS. Mas não tanto, não tanto... Depois, diazinho sem graça. Olhei uns filmes podres. “comédias de Hollywood pra adolescentes”. Eu também pedi, não? É, eu sei...

Enfim, na verdade hoje já é até segunda. O dia já passou e eu falo logo também deste dia. Madrugadão de novo, depois de adoráveis 3 horas de sono. Fui tomar posse no meu novo emprego, na prefeitura de Boa Vista. Burocracia, discurso, falatório, sono, sono, muito sono. Enfim, prefeita e sua demagogia, coral de crianças suuuper tudo a ver com a situação (?). Momento que me deixou boiando: crianças cantando “tomando banho de lua...”, com todos os secretários sentados ao lado, hum, prestigiando. Sem comentários. Depois, tarde. Sono demais pra qualquer coisa. Então, cama. De noite, aula. Apresentação de trabalho sobre fraudes na internet. Eu mexo muito as minhas mãos quando falo. Alguém me empresta uma corda, da próxima vez. Mas tudo bem. Depois, matemática financeira. O professor resolveu não dar aula: graças aos céus. Esse sim é um professor sem comentários. Pelo menos ele deu uns exercícios pra fazer. Coisa super difícil, assim, tipo, ache a razão de 2 para 4. Juro por Deus: essa foi mesmo a primeira questão. Acabei a complexa lista de exercícios e dei no pé. E agora cá estou a gastar uma hora inteira do meu dia só pra ficar escrevendo num blog que ninguém lê, porque eu ainda não passei o endereço pra ninguém. E acho que a prima também não. Hehehe. Viva a conversa com as paredes! Viva a esquizofrenia lúcida! E vivas aos devaneios que me perseguem!

segunda-feira, maio 02, 2005

E mais uma semana inicia...

Aqui estou, nesta bela (??) segunda-feira. Passou ligeiro, a noite já chegou. O tempo tem passado mais rápido para mim nesses últimos dias. Devia ser ao contrário, pois o meu desejo nesse semestre é justamente que o tempo passe bem depressa. Pelo jeito Murphy e suas leis finalmente resolveram me dar um refresco. Sim, acredite, as coisas podem dar certo de vez em quando! Só não dá pra se acostumar muito com isso.

Eu havia esquecido do quanto é complicado escrever em um blog. Ok, é como se fosse um diário virtual, é um espaço para escrever pensamentos e blá blá blá, porém, com uma diferença: não há privacidade. É aberto ao público, ou seja, qualquer um que estiver com curiosidade simplesmente digita o endereço no browser, entra e lê. E essa idéia ainda me trava um pouco. Fico com medo de escrever alguma bobagem abobalhada (essa palavra existe?) demais, de acabar deixando escapar algum detalhe que não era pra ser dito. Enfim, com o tempo eu me acostumo e me solto mais. Por enquanto vou encerrar por aqui mesmo. Volto amanhã, talvez com um texto mais interessante e descontraído. Ou não.

Um bom resto de semana!

Lívia ***Ao Som de Wave of Mutilation - Pixies***

domingo, maio 01, 2005

The Lion King

É o seguinte: eu ainda não consigo me imaginar escrevendo em um blog. Eu sei lá pra quem eu estou escrevendo. Eu sei que sou uma pessoa bem imaginativa. Mas ainda tô meio que em fase de bloqueio. Desculpem, mas eu sou mesmo lerda para algumas coisas. Adaptação? Sim, é comigo mesmo. Desde que me deixem seguir o meu ritmo. Então, se os textos ficarem meio capengas, sem muito sentido ou validade, não se preocuopem: não vai melhorar mesmo. Hehehe. Sim, isso tudo não é original. Todo mundo escreve. Quase sempre sobre as mesmas coisas. Mas deve existir alguém pra ler. Senão existe, então eu mesma vou me ler. Que se dane o mundo! Porque essa agressividade toda? Eu sei lá. Às vezes não te dá vontade de mandar absolutamente tudo no mundo ir se ferrar? Então, é só isso mesmo. Acontece que eu tenho essas vontades muito repentinamente e me disseram que não faz bem reprimir...
Bah, eu tinha umas coisas pra contar de hoje. Mas tô caindo de sono e amanhã ainda tenho que acordar cedo. (Sim, eu sei que amanhã é domingo...) Então, vamos combinar, amanhã eu falo sobre hoje e sobre o domingo. Porque daqui agora só vai sair merda. Dá pra sentir pelo vocabulário que tá saindo, não? É, pois é. Não precisa ninguém avisar. Estou ciente do nível desse texto. Inclusive do nível de qualidade - inexistente. Mas, enfim, melhor acabar antes que não tenha mais como consertar. Boa noite pra quem quer que seja. E vida longa ao rei! (O Scar e o seu sarcasmo...)